Cibernética é uma tentativa do homem em compreender as máquinas e aquilo
que é possível controlar de forma remota, seres vivos e grupos sociais através
de analogias com os aparelhos electrónicos.
Estas analogias - ou comparações - tornam-se possíveis, na Cibernética, já que
esta estuda o tratamento da informação no interior destes processos como
codificação e descodificação, aprendizagem, feedback, etc.O estudo destes processos trouxeram significativas mudanças para a compreensão
e estudo da ciência. Pensando na ideia de retroação por Norbert Wiener, esta
acaba com a causalidade linear e aponta para a existência de um círculo causal
onde A age sobre B que em retorno age sobre A. Tal mecanismo é denominado regulação
e permite a autonomia de um sistema (seja um organismo, uma máquina, um grupo
social). Será sobre essa base que Wiener discutirá a noção de aprendizagem.A cibernética foi fundamental para o progresso de vários países (como a Rússia,
França e Estados Unidos), já que o seu estudo serviu para o planeamento das
respetivas economias, para o desenvolvimento de instrumentos de guerra e
industriais.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Conceito de Internet
A Internet é um
conglomerado de redes que permite a interconexão descentralizada de
computadores através de um conjunto de protocolos denominado TCP/IP. Com a sua
criação em 1969, teve a sua grande propagação três anos mais tarde, aquando da
primeira demostração pública do sistema idealizado. Três universidades da
Califórnia e uma de Utah que conseguiram estabelecer uma conexão conhecida como
ARPANET (Advanced Research Projects Agency Network).
O desenvolvimento da Internet superou largamente quaisquer previsões ou expectativas e constituiu uma autêntica revolução na sociedade moderna. As distâncias encurtaram-se, o Mundo transformou-se numa aldeia onde o Homem pode estar em qualquer lugar. O sistema tornou-se num pilar das comunicações, do entretenimento e do comércio nos quatro cantos do planeta.As estatísticas indicam que, em 2006, os utilizadores da Internet (conhecidos como internautas) superaram os 1.100 milhões de pessoas. Espera-se que, na próxima década, esse número venha a duplicar, impulsionado pela massificação dos acessos de alta velocidade (banda larga).
O desenvolvimento da Internet superou largamente quaisquer previsões ou expectativas e constituiu uma autêntica revolução na sociedade moderna. As distâncias encurtaram-se, o Mundo transformou-se numa aldeia onde o Homem pode estar em qualquer lugar. O sistema tornou-se num pilar das comunicações, do entretenimento e do comércio nos quatro cantos do planeta.As estatísticas indicam que, em 2006, os utilizadores da Internet (conhecidos como internautas) superaram os 1.100 milhões de pessoas. Espera-se que, na próxima década, esse número venha a duplicar, impulsionado pela massificação dos acessos de alta velocidade (banda larga).
Virtual ou Real?!
Na distinção entre
os dois conceitos, podemos considerar:
·
Virtual – Como tudo aquilo que não se caracteriza por
ser real, táctil ou mensurável; não tem qualquer tipo de localização
·
Real – Tudo aquilo no qual se pode afirmar a sua
existência. Se existe é algo que se pode dizer, que pode ocorrer num dado
local.
Segundo Pierre
Lévy, o virtual consiste na possibilidade de algo que não entre em contradição
com o seu estado actual, ou seja, o virtual opõem-se ao actual mas não ao real.
Ele acredita que o virtual é potencializado por todo o desenvolvimento
tecnológico dos nossos dias.
O real é tudo
aquilo que nós podemos percepcionar dele, do qual podemos afirmar a sua existência.
Essa percepção é feita através do funcionamento do nosso cérebro, no qual ele
converte os estímulos recebidos em percepções. Se de facto enviarmos estímulos
artificiais até ao nosso cérebro, poderemos ter percepções sem na verdade o
serem.
Facto: O virtual inere sempre ao real, o conceito de
real está SEMPRE ligado ao
virtual!
"Sociedades de Controlo" de Gilles Deleuze
É no no Post-Scriptum: "Sobre
as Sociedades de Controlo”, de Gilles Deleuze, que é feita uma abordagem do
autor em relação ao tipo de sociedades existentes e que outrora se encontravam
em vigor, fazendo referência a perspectiva do assunto por parte de Michael
Foucault.
A sociedade disciplinar
é onde é feita uma coordenação da acção, á distancia, sobre os indivíduos num
determinado tempo e espaço. Verifica-se a organização de vários meios de encarceramento,
ou seja, espaços fechados regidos por determinadas regras e valores, como por
exemplo na escola.
Na abordagem ao tema Deleuze
pretendia que, através da transição dos modelos de sociedade, a imagem se
esvaziasse da sua informação, de modo a torna-la pura.
É da modernidade para a contemporaneidade que se verifica uma mudança do
género de sociedade, segundo pontos de vista de Foucault e Deleuze.
Foucault considera a sociedade como “disciplinar”, ao contrário de Deleuze que
defende uma sociedade identificada como de “controlo”, em que esta se encontra
a frente das sociedades disciplinares.
A sociedade de controlo é onde todo o poder é concentrado sobre a
vida, onde passa a existir uma noção do tempo por parte dos indivíduos. Ao
contrário das sociedades disciplinares, é feito um controlo modelar e não
estático, ou seja, o controlo é feito através da máquina.
Podemos encontrar várias diferenças na constituição destes dois modelos
sociais. Enquanto a sociedade disciplinar aposta num modelo de vigilância
panóptico, onde o observador encontra-se presente na vigilância e observação do
individuo, ao contrário da sociedade de controlo em que essa mesma vigilância
tornou-se totalmente virtual.
Ao mesmo tempo que as sociedades de controlo apostam numa “anti -
arquitectura”, ou seja, uma ausência de casas e prédios num processo de alteração para o mundo virtual, as sociedades disciplinares são consideradas
totalmente arquitecturais.
É importante perceber que nem todos os valores das sociedades disciplinares
foram perdidos, mas sim incorporados neste novo modelo. A sociedade de controlo
remodelou vários pilares das sociedades disciplinares.
O mesmo ainda faz uma abordagem às sociedades de soberania, que
estavam em vigor até ao séc. XVIII, que se encontravam fechadas num determinado
espaço hierárquico. O seu maior interesse pressuponha a decisão da vida ou da
morte por parte de uma determinada estrutura hierárquica, não existindo
qualquer interesse na produção.
Actualmente encontramo-nos numa fase de transição entre os dois modelos,
onde nos ausentamos de uma forma de encarceramento para um controlo aberto.
Manifesto Ciborgue: Ciência, Tecnologia e Feminismo-Socialista no final do século XX
Donna Harway, autora do Manifesto Ciborgue,
nasceu a 6 de setembro de 1944 nos Estados Unidos da América, e é a criadora da
Ciborgologia. Haraway e o seu trabalho contribuíram e muito para o estudo de
dois tipos de relação: homem-máquina e homem-animal.
Este ensaio critica o tradicional uso da noção
de feminismo, especialmente na identidade, ao invés de afinidade, usando a
metáfora de um ciborgue para exortar as feministas para irem além das
limitações de género tradicional e a política. Neste ensaio, Haraway utiliza também a imagem do ciborgue
para problematizar nossa relação com a tecnologia, bem como as dicotomias que
tem servido de fundamento ao pensamento ocidental: mente/corpo,
organismo/maquina, natureza/cultura. Esta obra é um autentico cruzamento de
caminhos, convergendo diferentes disciplinas académicas (Biologia,
antropologia, história, artes, etc), diversas tecnologias (Fotografia,
manipulação genética, agricultura,etc) e um discurso construído a partir das
suas experiências e viagens. Os seus ensaios são simultaneamente história da
ciência, analise cultural, investigação feminina e postura política.
Nos estudos da autora supracitada, o tema
“ciborgue” é retirado do imaginário habitual (uma espécie de andróide/ um corpo
metade homem e metade robô), para explicar como contradições na política e na
teoria feministas devem ser unidas, em vez de resolvidas, similar à fusão dos
organismos com as máquinas. O ciborgue trás na sua bagagem a construção de um
discurso crítico sobre os poderes hegemónicos materializando novos significados
para a natureza, corpo humano e as relações de diferença. A metáfora do
ciborgue lança luz sobre a visão de Haraway para uma ciência feminista.
O Ciborgue de Haraway pode ser considerado uma
metáfora não-essencializada capaz de unir coligações políticas difusas ao longo
das linhas de afinidade em vez de identidade, abordando o abismo entre
discursos feministas e da linguagem dominante do patriarcado ocidental.
Como Haraway explica, "a gramática é a
política por outros meios”. Para neutralizar a essencialização, a retórica de
ecofeministas espirituais que lutavam o patriarcado com construções modernistas
do sexo feminino, como a natureza ea terra mães, Haraway utiliza o ciborgue
para reconfigurar o feminismo em código cibernético.
Como ela detalha num gráfico das mudanças
paradigmáticas da moderna epistemologia pós-moderna dentro do Manifesto, o
sujeito humano unificado de identidade deslocou-se para o pós-humano, de
"representação" a "simulação", de "romance
burguês" para "ficção cientifica , de " reprodução
"para "replicação", e" patriarcado branco capitalista"
para "informática da dominação”.
Embora o "sonho irónico de uma linguagem
comum" de Haraway seja inspirado pelo argumento de Irigaray para um
discurso diferente do patriarcado, ela rejeita a essencialização de Irigaray de
mulher-como-não-homem para defender uma comunidade linguística de saberes
parciais, em que ninguém é inocente.
Conceito de cibercultura
Cibercultura é uma relação de trocas na
sociedade entre cultura, novas tecnologias e a emergência da Internet nas
telecomunicações. Também é um termo usado para denominar o aparecimento em
massa das comunidades virtuais que popularizam o uso da Internet e das
tecnologias de comunicação.
A cibercultura é um estabelecimento de relações,
uma aproximação entre indivíduos através das novas ferramentas virtuais. Inclui
novos paradigmas como: homebanking, voto electrónico e até escolas
virtuais/online.
A cibercultura está a mudar a essência das relações humanas, muitas vezes de forma subjetiva e interativa. A sociedade hoje e futuramente relaciona-se cada vez mais através das tecnologias de comunicação, construindo laços emocionais, acordos e até empregos online, que contrasta com o que acontecia até ao aparecimento e expansão da internet.
A cibercultura está a mudar a essência das relações humanas, muitas vezes de forma subjetiva e interativa. A sociedade hoje e futuramente relaciona-se cada vez mais através das tecnologias de comunicação, construindo laços emocionais, acordos e até empregos online, que contrasta com o que acontecia até ao aparecimento e expansão da internet.
Mapa e Cibercultura
Dois
conceitos que parecem distintos, mas que surpreendentemente (ou não) encaixam.
Vejamos:
Entendemos por mapa, aquilo que suporta em si uma representação da realidade relativamente a um espaço. Acaba por ser uma simulação de uma realidade espacial, em escala, com toda a informação ai contida mediante direções e distâncias, ou seja, limites.
Entendemos por mapa, aquilo que suporta em si uma representação da realidade relativamente a um espaço. Acaba por ser uma simulação de uma realidade espacial, em escala, com toda a informação ai contida mediante direções e distâncias, ou seja, limites.
Posto isto,
falta relacionar com cibercultura. Em que medida é isto possível?
Sendo que
cibercultura (de uma maneira sucinta), se refere às relações entre Sociedade e
novas tecnologias e ao surgimento em massa das comunidades virtuais, é
facilmente visível como o espaço na realidade pode ser representado online e
serve algumas necessidades nas relações entre sujeitos via internet.
http://www.viamichelin.pt/web/Itinerarios?strStartLocid=31NDF4NnAxMGNNemd1TnpBM01ERT1jTFRrdU1UTTFOalE9&strDestLocid=31NDF4NnAxMGNNemd1TnpBM01ERT1jTFRrdU1UTTFOalE9&intItineraryType=1&caravaneHidden=false&vh=CAR&strVehicle=0&itineraryCarType=0&itineraryFuelType=0&isFavoriseAutoroute=false&isAvoidPeage=false&isAvoidVignette=false&isAvoidLNR=false&isAvoidFrontiers=false&dtmDeparture=08%2F05%2F2013&distance=km&devise=1.0|EUR&indemnite=&carbCost=1.6&autoConso=6.8&villeConso=6&routeConso=5.6
Ou a utilização de GPS’s, são exemplos de como os dois conceitos se relacionam e de como pode um mapa representar um espaço.
Ou a utilização de GPS’s, são exemplos de como os dois conceitos se relacionam e de como pode um mapa representar um espaço.
É também
importante referir que um mapa, nunca é algo definitivo, está em constante
atualização e isso revela que as barreiras espaciais e temporais são hoje
rapidamente superadas graças às novas tecnologias renovando constantemente a
informação.
terça-feira, 23 de abril de 2013
Utopia # Heterotopia
Para Foucault as utopias
recebem atenção especial por persistirem como um ideal de civilização presente
em todas as sociedades. Ele considera as utopias como colocações sem lugar no
real que mantém relações analógicas com o espaço real da sociedade, apesar de
se tratar de espaços que não existem.
Em oposição, podemos
considerar todos os lugares reais e localizáveis, assim como todas as
colocações reais que representam, de heterotopias.
Inicialmente há que referir o que podemos considerar de “zona
mista” entre utopia e heterotopia, que neste caso seria o espelho. O espelho é
considerado uma utopia pois o que ele reflete não existe, ao mesmo tempo que
existe e reflete um efeito de retorno sobre o lugar que ocupa, o que é
considerado uma heterotopia.
As heterotopias fazem parte
da constituição de qualquer cultura, sendo uma regularidade em qualquer grupo
humano, podendo ser classificadas em dois grandes tipos.
As heterotopias de crise, que tendem a desaparecer,
referem-se a lugares privilegiados ou sagrados, onde apenas o individuo, em
relação à sociedade em que vive, se encontra num estado de crise. O “desflorar”
a mulher ou o serviço militar é considerado exemplo.
As heterotopias de desvio
são todas aquelas em que o comportamento do individuo não se regula pelo modo
ou norma que é exigido, nomeadamente casas psiquiátricas ou prisões.
Cada
heterotopia tem um funcionamento preciso e determinado dentro de uma sociedade.
Podemos considerar a heterotopia do cemitério que deixou de ser considerado um
local comum a todos os habitantes e família, que se encontrava ao lado da
igreja no centro da cidade, para ser considerado um local propagador de doenças
mortais colocado nas periferias.
Outra heterotopia a considerar seria
relacionado com as artes, onde através do teatro e do cinema é possível colocar
num só espaço real várias colocações incompatíveis entre eles. O teatro permite
a representação de vários lugares estranhos uns aos outros, enquanto o cinema
permite a projeção de três dimensões.
Não podemos deixar de referir uma das heterotopias mais antigas, relativamente aos jardins. Era nos tempos dos Persas que os jardins eram constituídos por quatro partes representativas dos quatro cantos do mundo, compostos por vegetação e tapetes representativos desse espaço. Desde a Antiguidade que é considerada a heterotopia mais feliz e universalizante, o que explica a origem dos jardins zoológicos.
Não podemos deixar de referir uma das heterotopias mais antigas, relativamente aos jardins. Era nos tempos dos Persas que os jardins eram constituídos por quatro partes representativas dos quatro cantos do mundo, compostos por vegetação e tapetes representativos desse espaço. Desde a Antiguidade que é considerada a heterotopia mais feliz e universalizante, o que explica a origem dos jardins zoológicos.
2ª Lei da Termodinâmica
A segunda lei da termodinâmica
envolve o funcionamento das máquinas térmicas, ou seja, situações em que o
calor é transformado em outras formas de energia.
Uma dessas situações que não
ocorriam era a passagem espontânea de calor de um corpo frio para um corpo
quente, o inverso ocorre sempre, a passagem espontânea de calor de um corpo
quente para um corpo frio.
A outra situação que não ocorre é
a transformação integral de calor em trabalho. As máquinas térmicas trabalham graças
a duas fontes de temperaturas diferentes, de modo a que uma parte do calor
retirado da fonte quente é enviada à fonte fria, não sendo possível transformar
todo o calor retirado da fonte quente em trabalho.
Essas duas situaçãos foram
chamadas proibições, dando origem à
segunda lei da termodinâmica:
"A quantidade de entropia de
qualquer sistema isolado termodinamicamente tende a incrementar-se com o tempo,
até alcançar um valor máximo".
O calor flui espontaneamente de
um corpo quente para um corpo frio, apenas ocorrendo o inverso com a realização
de trabalho onde nenhuma máquina térmica que opera em ciclos pode retirar calor
de uma fonte e transforma-lo completamente em trabalho.
Num sentido geral, a segunda lei
da termodinâmica afirma que as diferenças entre sistemas em contacto tendem a
igualar-se, ou seja, num futuro longínquo, tudo terá tendência a ficar em desordem, todo o calor do universo será
perdido, e ficará apenas um espaço frio, sem vida. Tudo o que existe deixará,
eventualmente de existir.
Declaração da Independência do Ciberespaço
John Perry Barlow é um dos co-fundadores da “Electronic Frontier Foundation” (https://www.eff.org/), empresa mediadora de
conflitos entre o mundo cibernauta e o mundo real, e um dos primeiros
independentistas do ciberespaço. Autor da Declaração de Independência do
Ciberespaço e pioneiro do conceito, retrata-o como se de um “sítio/espaço” se
tratasse.
Consultar
“Declaração de Independência do
Ciberespaço”: http://www.dhnet.org.br/ciber/textos/barlow.htm
Noção de ciberespaço
O surgimento do termo
“ciberespaço” acontece com o norte-americano William Gibson, a propósito do seu
livro “Neuromante”, 1984, na tentativa de cria um espaço invisível capaz de
suportar relações de uma comunidade, tudo isto em rede e graças aos avanços tecnológicos
cada vez mais progressistas. Uma representação física de um espaço de
informação.
É comum confundir-se a ideia de
ciberespaço com Internet, como consequência do meio em que a informação
circula. No entanto, o ciberespaço é uma plataforma de comunicação que segundo
Pierre L`evy é “o espaço de comunicação aberto pela interconexão mundial dos
computadores e das memórias dos computadores” (LEVY, 1999, PAG 92)
Um outro interessado nesta
matéria é Suely Fragoso:
“Um fórum privilegiado para a
abordagem dos possíveis reflexos e desdobramentos do desenvolvimento dos
sistemas de realidade virtual e das redes digitais de comunicação sobre os
estatutos do espaço e do tempo é o chamado 'ciberespaço' - aqui entendido como
o conjunto de informações codificadas binariamente que transita em circuitos
digitais e redes de transmissão.”
Já Larry Lessing afirmou que
internet e ciberespaço não se confundem.
Isto acontece porque o
ciberespaço é uma experiencia mais rica, mais vivida, porque os intervenientes
deste espaço acreditam viver nele, fazendo parte de uma outra comunidade. Como
consequência, o ciberespaço tornou-se indissociável da sociedade contemporânea.
Assim, o ciberespaço é não só uma
plataforma comunicacional, mas também um espaço de convivência intercultural.
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