O surgimento do termo
“ciberespaço” acontece com o norte-americano William Gibson, a propósito do seu
livro “Neuromante”, 1984, na tentativa de cria um espaço invisível capaz de
suportar relações de uma comunidade, tudo isto em rede e graças aos avanços tecnológicos
cada vez mais progressistas. Uma representação física de um espaço de
informação.
É comum confundir-se a ideia de
ciberespaço com Internet, como consequência do meio em que a informação
circula. No entanto, o ciberespaço é uma plataforma de comunicação que segundo
Pierre L`evy é “o espaço de comunicação aberto pela interconexão mundial dos
computadores e das memórias dos computadores” (LEVY, 1999, PAG 92)
Um outro interessado nesta
matéria é Suely Fragoso:
“Um fórum privilegiado para a
abordagem dos possíveis reflexos e desdobramentos do desenvolvimento dos
sistemas de realidade virtual e das redes digitais de comunicação sobre os
estatutos do espaço e do tempo é o chamado 'ciberespaço' - aqui entendido como
o conjunto de informações codificadas binariamente que transita em circuitos
digitais e redes de transmissão.”
Já Larry Lessing afirmou que
internet e ciberespaço não se confundem.
Isto acontece porque o
ciberespaço é uma experiencia mais rica, mais vivida, porque os intervenientes
deste espaço acreditam viver nele, fazendo parte de uma outra comunidade. Como
consequência, o ciberespaço tornou-se indissociável da sociedade contemporânea.
Assim, o ciberespaço é não só uma
plataforma comunicacional, mas também um espaço de convivência intercultural.
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